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CEO da Symbian detalha competição com Android e cogita parceria com Google

setembro 2nd, 2008 Publicado em Notícias por juvestruga

Ao mesmo tempo em não entende aposta do Google no Android, Nigel Clifford cogita possíveis colaborações entre sistemas para celulares.

Uma colaboração mais ampla entre Symbian e Google tanto no nível de aplicações como do sistema operacional é possível no futuro, afirmou o CEO da Symbian, Nigel Clifford, nesta quarta-feira (16/07).

¨Temos uma boa relação com o Google¨, afirmou ele em uma conferência em Tóquio. ¨Na verdade o Symbian foi uma das primeiras plataformas móveis a colocar aplicações como busca e mapas do Google¨.

O Google está prestes a competir com a Symbian no mercado de celulares com o lançamento da plataforma Android, enquanto a Symbian se reorganiza para tentar atenuar o impacto.

Em junho, a Nokia, que detinha participação na Symbian, revelou planos de se tornar acionista majoritária e torná-la uma fundação, apoiada por diversas empresas do setor de telefonia.

Como parte da jogada, as três plataformas que rodam o Symbian - S60, UIQ e MOAP - serão unificadas em uma única plataforma aberta.

Clifford afirmou que, enquanto o desafio pode ser visto como uma reação à crescente competição no setor de software móvel aberto, a Symbian está facilitando a vida de fabricantes de aparelhos e desenvolvedores de aplicativos.

O executivo também questionou a proposta do Google em introduzir o Android, quando o Symbian já atingiu os objetivos do sistema operacional do Google: uma plataforma já experimentada pelo mercado, tornada aberta e que opera sem licenças de direito autoral.

O Google, no entanto, não é o único competidor do setor de internet e PCs que está tentando pegar um pedaço do mercado de telefonia. O sucesso da entrada da Apple com seu iPhone também pode ser visto como uma ameaça.

¨Nem todos os desenvolvedores podem fazer a transição para desenvolver para telefones celulares - tamanhos de tela são diferentes e ainda existem limitações como consumo de energia e memória¨, afirmou, acrescentando que passar o limite para o desenvolvimento especializado em celulares não é fácil como parece.

Fonte: Idgnow

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